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Estávamos no Kulto da manhã, na 1ª IPI de Curitiba.
komo em todos os anos, nos Dias dos Pais, as krianças e pré-adolescentes fazem as homenagens aos Pais.
Lembrei-me do tempo que os meus "pequenos" subiam ao palco ou ao púlpito, kantavam aquelas kançoes e entregavam-me umas lembrancinhas.
A Pri e Eu sabemos da educação que demos aos nossos filhos, o que plantamos, desde a infância e sabemos o que estamos "kolhendo" agora...
Mas, hoje, o André e o Arthur estavam no púlpito, mas tocando percussão e contra-baixo, respectivamente, no Grupo responsável pelas músicas de Louvor e Adoração, deste domingo.
Até aqui, tudo normal, mesmo o Arthur não estando na bateria.
Apesar de não demonstrar meus sentimentos, komo o faz a mãe Cila, eu estava agradecido a Deus por vê-los à frente e estar abraçado à minha caçula, Aline, nesta manhã.
Mas, aonde está o André, não está a rotina. Sempre tem um "de repente"...
Durante uma das músicas fui falar kom o Josias (meu irmão), quando, então, surgiu o tal de repente do André...
Ele veio descendo as escadas do púlpito, vindo em direção da kongregação...
Mas não veio andando normalmente, veio kom o pandeiro meia-lua (verde) nas mãos, kom os braços abertos, erguidos, passando pelo korredor central, indo para o fundo da Igreja, em minha direção...
Kom certeza, não fui só eu quem viu... muitos o seguiram kom o olhar...
Meus olhos disfarçadamente tentaram não seguí-lo ... mas em poucos segundos, lá estavamos, os dois, abraçados.
Ele beijou-me e disse-me:
(André) - Esta é mais uma homenagem prá você, é a minha loukura de amor prá você!
Agradeci a ele e aproveitei para amarrar um dos tênis dele, que voltou ao púlpito, "para fazer o trabalho dele", sério, komo se nada tivesse acontecido.
Quem disse que kom o André há rotina?
Adeusss!!!
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