O André logo liou a TV e sentiu-se em Kasa.
Passeamos um pouco no domingo mas o sol não mostrou a sua k-ra. Mais tarde, saimos para jantar.
O André disse que queria assistir o programa do Gugu e eu disse que queria assistir o Fantástico, para ver os Gols do Coxa. A maioria venceu e o André, mesmo inconformado, parou de reclamar...
Quando chegamos em casa, não conseguimos fazer a sintonia da TV. O André, deitado no quarto dele, só ria e provocava-nos ...
Na segunda-feira, pela manhã, foi possível aproveitrar o sol, caminhar na areia e arriscar uma entrada e saída rápida no mar, pois a água estava muito gelada. Prometemos sair para passear a tarde, pelas praias do centro, mas a chuva mudou nosso plano. Não fiquei zangado, aproveitei para dormir um pouco mais depois do almoço. Saímos por volta das 18 horas. Uns foram para lojas e em busca de Krepes e outros para a Lan House.
Como tínhamos programado retornar terça-feira cedo, à Curitiba, a Aline e a prima Beatriz planejaram acordar cedo, por volta das 05h15min para ver o nascer do sol e depois, curtir o mar, areia e sol, antes de viajarmos.
A Aline acordar 05h15min para ver o nascer do sol ? É ruim hein!!!
Mas a noite reservava-nos uma grande surpresa.
Por volta das 02h30min, acordamos com os fortes ventos, raios e chuvas. Fechamos todas as janelas, mas o som forte do vento e chuva os clarões dos raios assustavam-nos.
A Aline e a Beatriz acordaram e foram para o nosso quarto. Logo, perdi meu lugar na cama (veja a foto)
Beatriz, Aline e Priscila
Após algumas tentativas, conseguimos convencê-las para voltar ao quarto delas.
Quando a Aline foi para o quarto, lembrou-se do carro e ficou com medo que o vento forte arrastasse-o. Abriu a cortina para procurar o carro pela janela, viu um vulto (o seu próprio corpo refletido, como um espelho) e saiu correndo gritando, grito que foi acompanhado da surpresa prima, indo de novo, abraçadas para o nosso quarto.
A Priscila levou-as para as camas e orou com elas, pedindo que a tempestade passasse e que elas pudessem acalmar-se.
Nós fomos até a sala e decidimos por colocar a luz de emergência ligada na tomada. Foi colocá-la na tomada e as luzes do prédio apagaram-se.
Olhamos para o quarto do André e ele lá, tranqüilo, dormindo, como se nada houvesse acontecido.
Estas chuvas, ventos, raios e trovões seguiram, pelo menos até ás 04h30min, quando achamos que dormimos ...
O André nem acordou... Quando perguntamos a ele, pela manhã, ele disse que nos viu na sala, com a luz de emergência, mas nem levantou... (Este é o André)
Chuvinha de nada ... !!!
Esta é mais uma das histórias do feriadão de setembro!!!
Adeusss!!!
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