
No mês de outubro fomos surpreendidos com a notícia da morte do ator Paulo Autran, na última sexta-feira, 12/10/2007.
Não sou um dos “fãs de carteirinha” deste que, segundo os seus colegas de profissão e críticos desta arte, é considerado o “Mestre do Teatro Brasileiro”, mas gostaria, apenas, de relatar um episódio, ocorrido no Teatro HSBC, em Curitiba, quando tive a grande oportunidade de assistir ao espetáculo “Visitando Sr.Green”.
Em 2004 participei de um importante Projeto no HSBC, o qual deu-nos grande resultado, uma grande satisfação pessoal e profissional. Foi, realmente, um desafio profissional que precisava ser vencido e, foi.
Como um dos reconhecimentos deste trabalho, cada membro da equipe deste projeto recebeu um par de ingressos para assistir, Paulo Autran e Cássio Scapin, nesta peça teatral.
Este par de convites foi o suficiente para iniciar toda a história.
Em casa, cheguei fazendo “barulho”, falando alto, com toda a pompa, convidando a 1ª Dama para ir ao Teatro visitar o tal Sr. Green. Que moral! Mas quem era este Sr. Green?
Para a mesma data desta peça, tínhamos (Priscila e Eu) outro compromisso, mas fizemos de tudo para não perder nenhum deles. Foi uma correria. Saímos de casa e esquecemo-nos dos convites. Do carro, pelo celular, pedimos à Aline (nossa filha caçula) para descer e trazer-nos os convites, pois já estávamos atrasados.
Quinze minutos antes do início da peça, conseguimos pegar os convites, em casa, e coloquei-os no bolso da camisa e fomos ao "visitar" o tal Sr. Green.
Ao deixar o carro no estacionamento, dei uma rápida olhada nos números dos lugares reservados. Ao entrarmos no Teatro, a peça já estava para iniciar-se e eu procurando o meu lugar. Eu havia decorado que eram os números “15” e “16” e fiquei a procurá-los.
As luzes apagaram-se e eu, com a “Madame”, ali, em pé, já “Pagando um Mico”, pelo atraso e por não encontrar os lugares.
Atentos ao desespero do casal, um colega pediu-nos para ver os ingressos.
Que Mico! Não... um King - Kong!
Os lugares eram “I 5” e “I 6”, exatamente os dois lugares bem à nossa frente, os únicos vagos na platéia.
Muitos risos depois, consegui respirar e voltar a olhar para os meus colegas, que balançavam a cabeça, como que que estivessem dizendo:
- Tinha que ser o Juka!!!
Algumas conseqüências desta história:
1. Até hoje tenho colegas que teimam recordar desta lamentável cena.
2. Há quem diga que o Paulo Autran estava, em pé, aguardando que o “Gordinho” resolvesse sentar-se, para que ele, enfim, pudesse começar o espetáculo.
3. Outros dizem que o Paulo e o Cássio cobraram “Hora-Extra” devido ao atraso ocorrido.
4. Nem o Paulo, nem o Cássio retornaram ao Teatro do HSBC.
5. Coincidência ou não, este foi o último convite que recebemos para assistir uma peça no Teatro HSBC.
6. Passamos (Pri e Eu) a freqüentar muito mais aos eventos culturais do HSBC e, praticamente, já memorizamos quase todos os lugares do Teatro.
Adeusss !!!
Não sou um dos “fãs de carteirinha” deste que, segundo os seus colegas de profissão e críticos desta arte, é considerado o “Mestre do Teatro Brasileiro”, mas gostaria, apenas, de relatar um episódio, ocorrido no Teatro HSBC, em Curitiba, quando tive a grande oportunidade de assistir ao espetáculo “Visitando Sr.Green”.
Em 2004 participei de um importante Projeto no HSBC, o qual deu-nos grande resultado, uma grande satisfação pessoal e profissional. Foi, realmente, um desafio profissional que precisava ser vencido e, foi.
Como um dos reconhecimentos deste trabalho, cada membro da equipe deste projeto recebeu um par de ingressos para assistir, Paulo Autran e Cássio Scapin, nesta peça teatral.
Este par de convites foi o suficiente para iniciar toda a história.
Em casa, cheguei fazendo “barulho”, falando alto, com toda a pompa, convidando a 1ª Dama para ir ao Teatro visitar o tal Sr. Green. Que moral! Mas quem era este Sr. Green?
Para a mesma data desta peça, tínhamos (Priscila e Eu) outro compromisso, mas fizemos de tudo para não perder nenhum deles. Foi uma correria. Saímos de casa e esquecemo-nos dos convites. Do carro, pelo celular, pedimos à Aline (nossa filha caçula) para descer e trazer-nos os convites, pois já estávamos atrasados.
Quinze minutos antes do início da peça, conseguimos pegar os convites, em casa, e coloquei-os no bolso da camisa e fomos ao "visitar" o tal Sr. Green.
Ao deixar o carro no estacionamento, dei uma rápida olhada nos números dos lugares reservados. Ao entrarmos no Teatro, a peça já estava para iniciar-se e eu procurando o meu lugar. Eu havia decorado que eram os números “15” e “16” e fiquei a procurá-los.
As luzes apagaram-se e eu, com a “Madame”, ali, em pé, já “Pagando um Mico”, pelo atraso e por não encontrar os lugares.
Atentos ao desespero do casal, um colega pediu-nos para ver os ingressos.
Que Mico! Não... um King - Kong!
Os lugares eram “I 5” e “I 6”, exatamente os dois lugares bem à nossa frente, os únicos vagos na platéia.
Muitos risos depois, consegui respirar e voltar a olhar para os meus colegas, que balançavam a cabeça, como que que estivessem dizendo:
- Tinha que ser o Juka!!!
Algumas conseqüências desta história:
1. Até hoje tenho colegas que teimam recordar desta lamentável cena.
2. Há quem diga que o Paulo Autran estava, em pé, aguardando que o “Gordinho” resolvesse sentar-se, para que ele, enfim, pudesse começar o espetáculo.
3. Outros dizem que o Paulo e o Cássio cobraram “Hora-Extra” devido ao atraso ocorrido.
4. Nem o Paulo, nem o Cássio retornaram ao Teatro do HSBC.
5. Coincidência ou não, este foi o último convite que recebemos para assistir uma peça no Teatro HSBC.
6. Passamos (Pri e Eu) a freqüentar muito mais aos eventos culturais do HSBC e, praticamente, já memorizamos quase todos os lugares do Teatro.
Adeusss !!!
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