André


Kompartilhar suas histórias é para nós mais do que simplesmente narrá-las. É vivenciar kada história, kada SUPERAÇÃO, deste que sempre foi e kontinua sendo o ponto principal da família.
As histórias que postamos no BLOG ADEUSSS e no BLOG G5 (g5aabb.blogspot.com) kontam muito da vida dele.
Esperamos que possam ser úteis para outras famílias que tem uma pessoa especial e para todos aqueles que precisam konhecer um pouco mais destas pessoas tão especiais.

Mas, há outras histórias da família e de amigos neste Blog, pois este tornou-se um bom veículo de komunicação da família.
Juka

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Visitando Mr. Green


No mês de outubro fomos surpreendidos com a notícia da morte do ator Paulo Autran, na última sexta-feira, 12/10/2007.
Não sou um dos “fãs de carteirinha” deste que, segundo os seus colegas de profissão e críticos desta arte, é considerado o “Mestre do Teatro Brasileiro”, mas gostaria, apenas, de relatar um episódio, ocorrido no Teatro HSBC, em Curitiba, quando tive a grande oportunidade de assistir ao espetáculo “Visitando Sr.Green”.
Em 2004 participei de um importante Projeto no HSBC, o qual deu-nos grande resultado, uma grande satisfação pessoal e profissional. Foi, realmente, um desafio profissional que precisava ser vencido e, foi.
Como um dos reconhecimentos deste trabalho, cada membro da equipe deste projeto recebeu um par de ingressos para assistir, Paulo Autran e Cássio Scapin, nesta peça teatral.
Este par de convites foi o suficiente para iniciar toda a história.
Em casa, cheguei fazendo “barulho”, falando alto, com toda a pompa, convidando a 1ª Dama para ir ao Teatro visitar o tal Sr. Green. Que moral! Mas quem era este Sr. Green?
Para a mesma data desta peça, tínhamos (Priscila e Eu) outro compromisso, mas fizemos de tudo para não perder nenhum deles. Foi uma correria. Saímos de casa e esquecemo-nos dos convites. Do carro, pelo celular, pedimos à Aline (nossa filha caçula) para descer e trazer-nos os convites, pois já estávamos atrasados.
Quinze minutos antes do início da peça, conseguimos pegar os convites, em casa, e coloquei-os no bolso da camisa e fomos ao "visitar" o tal Sr. Green.
Ao deixar o carro no estacionamento, dei uma rápida olhada nos números dos lugares reservados. Ao entrarmos no Teatro, a peça já estava para iniciar-se e eu procurando o meu lugar. Eu havia decorado que eram os números “15” e “16” e fiquei a procurá-los.
As luzes apagaram-se e eu, com a “Madame”, ali, em pé, já “Pagando um Mico”, pelo atraso e por não encontrar os lugares.
Atentos ao desespero do casal, um colega pediu-nos para ver os ingressos.
Que Mico! Não... um King - Kong!

Os lugares eram “I 5” e “I 6”, exatamente os dois lugares bem à nossa frente, os únicos vagos na platéia.
Muitos risos depois, consegui respirar e voltar a olhar para os meus colegas, que balançavam a cabeça, como que que estivessem dizendo:
- Tinha que ser o Juka!!!

Algumas conseqüências desta história:
1. Até hoje tenho colegas que teimam recordar desta lamentável cena.
2. Há quem diga que o Paulo Autran estava, em pé, aguardando que o “Gordinho” resolvesse sentar-se, para que ele, enfim, pudesse começar o espetáculo.
3. Outros dizem que o Paulo e o Cássio cobraram “Hora-Extra” devido ao atraso ocorrido.
4. Nem o Paulo, nem o Cássio retornaram ao Teatro do HSBC.
5. Coincidência ou não, este foi o último convite que recebemos para assistir uma peça no Teatro HSBC.
6. Passamos (Pri e Eu) a freqüentar muito mais aos eventos culturais do HSBC e, praticamente, já memorizamos quase todos os lugares do Teatro.

Adeusss !!!

terça-feira, 9 de outubro de 2007

A festa do atleta (Abebito) 2005

A festa do atleta da AABB/Curitiba é tradicional e, é uma maneira de premiar os melhores atletas em diversas modalidades esportivas e em várias categorias, desde os 06 anos de idade até o adulto.
Nesta festa de 2005, fizemos uma brincadeira com o André, dizendo que o prêmio de melhor jogador de futebol da AABB, estaria entre ele e o “Seu Benê”, um senhor de 70 anos, que joga no grupo.
Foi uma festa muito boa, quando pudemos reencontrar grandes amigos, amigos dos bons tempos e vitoriosos anos que tivemos na AABB, durante os 12 anos que estivemos na AABB.
Antes da premiação, o jantar. Neste, conversamos com o Gil, coordenador de esportes, organizador e apresentador da festa, para que ele pudesse dar uma chance ao André, nem que fosse só para ele entregar uma medalha a um dos atletas premiados. Não senti “firmeza” na resposta dele, na verdade, achei que ele não havia comprado à idéia e não o faria.
A festa de premiação foi acontecendo e o André, lá, firme! Ele tinha esperanças, sonhava com a premiação.
Disse a ele:
- André não teremos premiação para o Grupo das 5h.Mas ele tirou com classe, dizendo-me:
- Eu sei pai! Tudo bem.
E continuou assistindo, nervoso, apreensivo, na expectativa de ouvir o seu nome ser chamado.
No final da festa, para surpresa para todos, eis que o Gil disse:
- QUEREMOS CHAMAR AQUI À FRENTE, PARA RECEBER O ÚLTIMO PRÊMIO DA NOITE, PRÊMIO DE CRAQUE DO FUTEBOL DO GRUPO DAS 5 HORAS, A N D R É MONTEIRO MACHADO !Neste momento, ao som do “Tema da Vitória” (conhecido das manhãs de domingo nas vitórias na F-1 de Piquet e Senna) ele levantou-se e foi com os braços abertos (fazendo um avião) até a frente receber a medalha, entregue pelo Grande Alfredão. (Foto)

No salão, todos e colocaram-se em pé, para aplaudi-lo e aos gritos de ANDRÉ! ANDRÉ! ANDRÉ... e ele retribuía com gestos, pedindo mais aplausos!
Jamais poderemos nos esquecer da alegria dele, abraçando a todos, agradecendo aos amigos, mais uma vez emocionando a todos!

Valeu Gil! Fechou em grande estilo.
Valeu GIGANTE ANDRÉ !!!

Adeusss !!!

Mais uma do surpreendente André...

Dia dos pais em 2006 !!!
Eu estava tomando café e o Gigante, acordou cedo e veio parabenizar-me, dizendo:
- Pai! Você é muito importante pra mim. Porque Pai é quem cria!
- Valeu André, disse a ele sem criar polêmica, mas ele continuou.
- Pai! Você é um amigão. Eu te amo pai! Você é tudo pra mim.
Quando eu imaginei que havia terminado ele veio com a máxima:
- Pai é avô duas vezes!
Aí não teve jeito.
Abraçamos-nos e rimos muito.

Adeusss !!!

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Bira você tem Telefone ?

Esta história é muito antiga (década de 70/80), mas vale a lembrança, principalmente por ter ocorrido com o Bira.

Certo dia, ia o nosso amigo passeando, na praia, sem preocupação com horário, apenas pensando em encontrar um barzinho, panificadora ou boteco pra tomar aquelas cervejinhas geladas...
Eis que o nosso grande personagem saiu andando pelo calçadão de Caiobá.
De longe o amigo “Zé” avistou duas menininhas, dando “sopa”...
Fizeram a habitual abordagem e começaram a “alugá-las”.
Apresentações feitas, muito papo furado e a menina pergunta para o BIRA:
- Bira – Você tem telefone ???
- Tenho, claro ! Respondeu todo solicito e cheio de moral, o Bira.
- Então por que você não o vende e faz uma Plástica, cara ?

Queimou o filme ... o que o Bira respondeu, se é que conseguiu, não sei, pois seria preciso vender o telefone dele e de todos os seus amigos para uma Plástica com sucesso !!!

Adeusss !!!