André


Kompartilhar suas histórias é para nós mais do que simplesmente narrá-las. É vivenciar kada história, kada SUPERAÇÃO, deste que sempre foi e kontinua sendo o ponto principal da família.
As histórias que postamos no BLOG ADEUSSS e no BLOG G5 (g5aabb.blogspot.com) kontam muito da vida dele.
Esperamos que possam ser úteis para outras famílias que tem uma pessoa especial e para todos aqueles que precisam konhecer um pouco mais destas pessoas tão especiais.

Mas, há outras histórias da família e de amigos neste Blog, pois este tornou-se um bom veículo de komunicação da família.
Juka

domingo, 18 de novembro de 2007

Bira - Jogo Paraná Clube x Santos (Vila Capanema)

Em 2005, o Bira junto com a "máfia" foi à Vila Capanema, assistir ao jogo entre Paraná Clube e o Santos.
Jogo difícil. O primeiro tempo terminou zero a zero e o "gordinho" lá, provocando a torcida adversária. O responsável pelo policiamento o advertiu duas vezes para que ele saisse de lá e fosse para o outro lado.
No segundo tempo, os amigos foram para o outro lado, acompanhar o ataque do Paranito, mas ele ficou ali, firme.
De repente - GOL DO PARANÁ!!! Festa no Estádio Durival de Britto e Silva.
O Gordinho, já no grau, virou-se, pulou e abraçou o primeiro que estava ao lado dele. Não era o Joacyr. Não era o Gilsiney, Tulhinho e também não era o Gil. Era um Sargento da Polícia Militar. Pronto... levaram o Gordinho para o camburão. Ele só não foi preso porque o dono da lanchonete da Vila (o famoso do Pão com carne) foi interceder e pedir para que ele pudesse ficar ali, na lanchonete.
Até hoje há quem diga que teria sido melhor se o Sargento tivesse levado o Gordinho para o camburão.

Adeusss!!!

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Só podia ser com o ANDRÉ...

Encontrei esta "pérola", um e-mail enviado aos amigos Pinheiro e Pizzato, da AABB/Curitiba, contando o ocorrido com o André, dia 05/05/2006, dia do 16º aniversário do Arthur.

Pinheiro / Pizzato!!!
O "Matador" está fora de área, pelo menos por alguns dias...

Sábado passado, logo após os jogos da 5h, ele sofreu uma queda, no Estacionamento da AABB. No início, um grade susto, depois passou para médio e agora... apenas um susto!!!

Logo após o jogo, tínhamos a festa do 16º aniversário do Arthur e já estávamos atrasados. Ele fez questão de despedir-se dos amigos e insistiu tanto, que o deixei ir, mas disse-lhe:
- Vai André, mas eu vou pro carro e vou sair ...
- Se Você estiver lá, Você vai comigo ...
- Se não estiver, você vai ficar ... E ele saiu correndo para despedir-se dos amigos, enquanto eu fui para o carro.
O problema é que ele levou a sério, aliás, bem a sério o que eu lhe disse e foi correndo.
Após despedir-se, voltou correndo para o carro, quando acabou tropeçando na "lombada" do estacionamento, na descida para a churrasqueira e caiu.
Só escutei aqueles gritos de dor (aliás, estou escutando e creio que escutarei por muito tempo ainda).
Sai do carro e fui socorrê-lo. A cena era de desespero. Ele estava caído sobre um dos braços, uma das mãos sangrando, uma perna dobrada e a outra esticada. Ele chorava e gritava de dor, estava em choque. (Fácil de lembrar, difícil de esquecer).
Logo chegaram o Socha e uma outra pessoa que não sei quem era e ajudaram-me a socorrê-lo.
Com muito cuidado fomos conversando com ele, acalmando-o e aos poucos verificando se havia algum sinal de fratura. Ele ainda chorava de dor. Disse-nos que não havia batido a cabeça, só queixava-se das mãos e pernas.
Levei-o ao Hospital de Fraturas da XV, para ver se havia algum trauma ou se havia quebrado algum osso. Cada vez que ele olhava para o lenço com sangue ele ficava mais assustado e chorava mais ainda. Mas, mesmo assim, conseguimos chegar ao Hospital.
Quando a enfermeira veio para atende-lo e deu aquela "piscadinha e um riso escondido, "querendo dizer:
- Que gatinha - hein Pai!!!
Resultado:
ELE ESTÁ COM GESSO NO BRAÇO DIREITO.
Amanhã o levaremos ao médico especialista em mão, para sabermos da opinião dele.
Por enquanto, ele está fora de circulação e a festa do centésimo gol... adiada!!! (Faltam 3 gols para o 100º).
ELE FICOU EUFÓRICO AO SABER QUE IRIA COLOCAR GESSO. TENTEI GRAVAR, NO CELULAR, VÍDEO ... E FOTO. NÃO FICOU GRANDE COISA...

O Susto no Domingo...
No domingo de manhã fui fazer um curativo na outra mão, coisa simples, pois havia apenas ralado...
Ele ao ver o sangue quase desmaiou! Ficou branco e alguns minutos sem falar. Eu pedia:
- André, André ... Fale comigo!
E ele só me olhando... mexendo os olhos mas sem falar...
- André, André ... o que foi ? Tá doendo a mão?
- Alguns minutos depois ele voltou a falar e disse-me:
- Quem é Você ? Ihhh... Eu estava sozinho, em casa, com ele. Comecei a ficar assustado. Depois ele disse:
- Eu não sei quem é meu pai, nem minha mãe... (Ihhh lascou, pensei!) e continuou...
- Não sei quem é o Arthur, nem Aline (e começou a rir.... tirando"sarro" de mim!)
Ele levantou-se e abraçou-me dizendo que era uma "pegadinha" e que eu tinha caído nesta.
Os dois acabamos rindo muito, juntos, e consegui terminar o meu primeiro (bem sucedido) curativo de mão, de um atleta genial.

Em tempo: Na festa de aniversário do irmão, o André foi o centro das atenções, com direito a bolinho na boca, dado pela priminha Vânia... (veja foto acima).

Adeusss!!!

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Visitando Mr. Green


No mês de outubro fomos surpreendidos com a notícia da morte do ator Paulo Autran, na última sexta-feira, 12/10/2007.
Não sou um dos “fãs de carteirinha” deste que, segundo os seus colegas de profissão e críticos desta arte, é considerado o “Mestre do Teatro Brasileiro”, mas gostaria, apenas, de relatar um episódio, ocorrido no Teatro HSBC, em Curitiba, quando tive a grande oportunidade de assistir ao espetáculo “Visitando Sr.Green”.
Em 2004 participei de um importante Projeto no HSBC, o qual deu-nos grande resultado, uma grande satisfação pessoal e profissional. Foi, realmente, um desafio profissional que precisava ser vencido e, foi.
Como um dos reconhecimentos deste trabalho, cada membro da equipe deste projeto recebeu um par de ingressos para assistir, Paulo Autran e Cássio Scapin, nesta peça teatral.
Este par de convites foi o suficiente para iniciar toda a história.
Em casa, cheguei fazendo “barulho”, falando alto, com toda a pompa, convidando a 1ª Dama para ir ao Teatro visitar o tal Sr. Green. Que moral! Mas quem era este Sr. Green?
Para a mesma data desta peça, tínhamos (Priscila e Eu) outro compromisso, mas fizemos de tudo para não perder nenhum deles. Foi uma correria. Saímos de casa e esquecemo-nos dos convites. Do carro, pelo celular, pedimos à Aline (nossa filha caçula) para descer e trazer-nos os convites, pois já estávamos atrasados.
Quinze minutos antes do início da peça, conseguimos pegar os convites, em casa, e coloquei-os no bolso da camisa e fomos ao "visitar" o tal Sr. Green.
Ao deixar o carro no estacionamento, dei uma rápida olhada nos números dos lugares reservados. Ao entrarmos no Teatro, a peça já estava para iniciar-se e eu procurando o meu lugar. Eu havia decorado que eram os números “15” e “16” e fiquei a procurá-los.
As luzes apagaram-se e eu, com a “Madame”, ali, em pé, já “Pagando um Mico”, pelo atraso e por não encontrar os lugares.
Atentos ao desespero do casal, um colega pediu-nos para ver os ingressos.
Que Mico! Não... um King - Kong!

Os lugares eram “I 5” e “I 6”, exatamente os dois lugares bem à nossa frente, os únicos vagos na platéia.
Muitos risos depois, consegui respirar e voltar a olhar para os meus colegas, que balançavam a cabeça, como que que estivessem dizendo:
- Tinha que ser o Juka!!!

Algumas conseqüências desta história:
1. Até hoje tenho colegas que teimam recordar desta lamentável cena.
2. Há quem diga que o Paulo Autran estava, em pé, aguardando que o “Gordinho” resolvesse sentar-se, para que ele, enfim, pudesse começar o espetáculo.
3. Outros dizem que o Paulo e o Cássio cobraram “Hora-Extra” devido ao atraso ocorrido.
4. Nem o Paulo, nem o Cássio retornaram ao Teatro do HSBC.
5. Coincidência ou não, este foi o último convite que recebemos para assistir uma peça no Teatro HSBC.
6. Passamos (Pri e Eu) a freqüentar muito mais aos eventos culturais do HSBC e, praticamente, já memorizamos quase todos os lugares do Teatro.

Adeusss !!!

terça-feira, 9 de outubro de 2007

A festa do atleta (Abebito) 2005

A festa do atleta da AABB/Curitiba é tradicional e, é uma maneira de premiar os melhores atletas em diversas modalidades esportivas e em várias categorias, desde os 06 anos de idade até o adulto.
Nesta festa de 2005, fizemos uma brincadeira com o André, dizendo que o prêmio de melhor jogador de futebol da AABB, estaria entre ele e o “Seu Benê”, um senhor de 70 anos, que joga no grupo.
Foi uma festa muito boa, quando pudemos reencontrar grandes amigos, amigos dos bons tempos e vitoriosos anos que tivemos na AABB, durante os 12 anos que estivemos na AABB.
Antes da premiação, o jantar. Neste, conversamos com o Gil, coordenador de esportes, organizador e apresentador da festa, para que ele pudesse dar uma chance ao André, nem que fosse só para ele entregar uma medalha a um dos atletas premiados. Não senti “firmeza” na resposta dele, na verdade, achei que ele não havia comprado à idéia e não o faria.
A festa de premiação foi acontecendo e o André, lá, firme! Ele tinha esperanças, sonhava com a premiação.
Disse a ele:
- André não teremos premiação para o Grupo das 5h.Mas ele tirou com classe, dizendo-me:
- Eu sei pai! Tudo bem.
E continuou assistindo, nervoso, apreensivo, na expectativa de ouvir o seu nome ser chamado.
No final da festa, para surpresa para todos, eis que o Gil disse:
- QUEREMOS CHAMAR AQUI À FRENTE, PARA RECEBER O ÚLTIMO PRÊMIO DA NOITE, PRÊMIO DE CRAQUE DO FUTEBOL DO GRUPO DAS 5 HORAS, A N D R É MONTEIRO MACHADO !Neste momento, ao som do “Tema da Vitória” (conhecido das manhãs de domingo nas vitórias na F-1 de Piquet e Senna) ele levantou-se e foi com os braços abertos (fazendo um avião) até a frente receber a medalha, entregue pelo Grande Alfredão. (Foto)

No salão, todos e colocaram-se em pé, para aplaudi-lo e aos gritos de ANDRÉ! ANDRÉ! ANDRÉ... e ele retribuía com gestos, pedindo mais aplausos!
Jamais poderemos nos esquecer da alegria dele, abraçando a todos, agradecendo aos amigos, mais uma vez emocionando a todos!

Valeu Gil! Fechou em grande estilo.
Valeu GIGANTE ANDRÉ !!!

Adeusss !!!

Mais uma do surpreendente André...

Dia dos pais em 2006 !!!
Eu estava tomando café e o Gigante, acordou cedo e veio parabenizar-me, dizendo:
- Pai! Você é muito importante pra mim. Porque Pai é quem cria!
- Valeu André, disse a ele sem criar polêmica, mas ele continuou.
- Pai! Você é um amigão. Eu te amo pai! Você é tudo pra mim.
Quando eu imaginei que havia terminado ele veio com a máxima:
- Pai é avô duas vezes!
Aí não teve jeito.
Abraçamos-nos e rimos muito.

Adeusss !!!

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Bira você tem Telefone ?

Esta história é muito antiga (década de 70/80), mas vale a lembrança, principalmente por ter ocorrido com o Bira.

Certo dia, ia o nosso amigo passeando, na praia, sem preocupação com horário, apenas pensando em encontrar um barzinho, panificadora ou boteco pra tomar aquelas cervejinhas geladas...
Eis que o nosso grande personagem saiu andando pelo calçadão de Caiobá.
De longe o amigo “Zé” avistou duas menininhas, dando “sopa”...
Fizeram a habitual abordagem e começaram a “alugá-las”.
Apresentações feitas, muito papo furado e a menina pergunta para o BIRA:
- Bira – Você tem telefone ???
- Tenho, claro ! Respondeu todo solicito e cheio de moral, o Bira.
- Então por que você não o vende e faz uma Plástica, cara ?

Queimou o filme ... o que o Bira respondeu, se é que conseguiu, não sei, pois seria preciso vender o telefone dele e de todos os seus amigos para uma Plástica com sucesso !!!

Adeusss !!!

sábado, 29 de setembro de 2007

O trote Telefônico no Gaúcho...

Antes de acertar o ingresso do gaúcho na equipe, fui até o Clube Poltava, para tentar conversar com ele e conhecê-lo um pouco melhor. Lembro-me que na partida de futsal, entre os amigos do banco ele foi o destaque. Ele acabou com o jogo. Um colega da equipe adversária arranjou um jeito de tirá-lo do sério. Houve necessidade de 3 colegas, todos pesos pesados para segurá-lo. E assim mesmo, ele conseguia arrastar os três junto com ele.
Pensei comigo – “Eta k-ra valente, Tchê !”. Com esta fama ele chegou na equipe. Muitos tinham medo de contrariá-lo. Logo na primeira semana dele na equipe, aprontamos um trote para ele.
A minha mesa era próxima à dele. Fui para o outro canto da sala e liguei para o meu ramal, procurando por mim mesmo. Foi mais ou menos assim...
- Alô ! Quem fala ?
- Alô aqui é o Marcondes.
- Marcondes, por favor, o Juka.
- Um momentinho, respondeu-me o prestativo colega.
Ele procurou-me pela sala e localizou-me. dizendo-me:
- Juka – tem uma ligação pra você no seu ramal.
- Marcondes, por favor, diga que não posso atender. Anote o recado.
Ele voltou e disse conforme eu havia pedido, não reconhecendo a minha voz ao telefone. A partir deste momento comecei a irritá-lo, dizendo.
- O Marcondes se você não quer que eu fale com ele diga logo, não fique inventando que ele não está. Por favor, é muito importante.
- Um momentinho, meu senhor. Vou procurá-lo novamente.
Chegando ao meu encontro insistiu que eu fosse atender o telefone. Mais uma vez eu disse que estava numa ligação importante e que não poderia atender.
- Marcondes, volte lá e anote o recado, que eu ligo depois.
- Meu senhor, qual o seu nome ? ele retornará a ligação na seqüência.
- Escuta aqui, seu Marcondes, que banco é este que não consigo falar com meu primo ? Você está de brincadeira ?
Não demoraram 10 segundos pro gaúcho voltar, pegar-me pelo braço e dizer.
- Agora “tu vai” lá falar para aquele mal educado.
Terminei” aquela ligação e fui até a minha mesa. Chegando lá, atendi a tal ligação que tirou o Marcondes do sério. Obviamente ninguém do outro lado da linha. Aproveitei para o show:
- Marcondes! Que brincadeira é esta? Você me tirou duma ligação importante para que eu viesse aqui, e ninguém para atender ?
Ele tentou falar algo, mas nem deixei.
Virei as costas e fui embora, fingindo estar indignado com o fato.
Só contei a verdade a ele uns 3 meses depois.
Mesmo após este episódio, tanto o Gaúcho (nosso "Churrasqueiro Mor"), como a sua esposa (a Delegada), sempre trataram-me muito bem ( principalmente nos churrascos).

Valeu Marcondes !!!

Adeusss !!!

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Contos de família...

Ontem conversando com meu sobrinho, que acabara de retornar de uma viagem, ouvi uma história muito boa (parte dos "Contos de família"), que não tinha como ficar de fora do "Adeusss".

Eles viajaram para a comemoração do 95º aniversário de um tio, no interior do Paraná.
Ele contava do vigor físico e lucidez deste tio, quando acabou lembrando-se da história do tio motorista.
- Motorista aos 95 anos ? Perguntei, já duvidando.
- Sim... motorista aos 95 anos, respondeu-me.
Já com risos nos lábios, contou-me que o tio havia, por 3 vezes, saído de carro da garagem da casa, e esquecido de abrir o portão, batendo o carro as 3 vezes.
Perguntei se ninguém da família havia feito alguma coisa depois disto.
Ele disse que sim.
- Agora a tia vai até o portão e o abre para que ele saia com o carro.
- Funcionou a nova estratégia ?
- Quase !!! (e continuou a rir...)
- Quase ? Como ? Perguntei novamente.
- É que a única vez que fizeram isto, foi Domingo pela manhã. A esposa dele abriu o portão para ele sair com o carro e quando ela o estava fechando, ele foi embora, esquecendo-se dela.
(Muitos riiiiiiiiisoooooossssss depois e concluiu a história...)
- Quando ele chegou na igreja, olhou para o lado e ... cadê a mulher ?
- O tio teve que voltar para buscar a esposa.

Adeusss !!!

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

PUC-PR - O disfarce de “Rambo” na hora da prova...

No curso de Educação Física, na PUC-PR, chega o Bira para uma prova final. A matéria não temos idéia e nem faz relevância (aliás, acho que nem ele tinha idéia...).
Preocupado com a prova, que seria oral, e com a certeza que seria chamado, naquela aula, para o teste, o nosso amigo ficou pensando o que poderia fazer para "sair-se" bem na prova.
Como não se sentia tão preparado, pediu um lenço vermelho, de cabeça, de uma colega e amarrou em sua cabeça, escondendo-se na última fila de carteiras da sala.
Não demorou muito tempo e mestre chamou por ele.
- Biriiiiiiiinha !!!
E a resposta veio em seguida:
- Ai ... professorzinho !!! - não adiantou me disfarçar todinho de Rambo que o senhor já me descobriu aqui...
O professor entre risos e sem jeito de fazer-lhe uma pergunta, deixou passar a situação e deu-lhe a nota que precisava.


Adeusss !!!

PUC-PR - Aula de Obesidade...

Novamente numa aula do curso de Educação Física, na PUC-PR, outra do nosso amigo...

A professora falava sobre os problemas causados pela Obesidade e necessidade de evitá-la. Lá pelo final da palestra ela perguntou aos alunos:
- Alguém tem algum caso na família ???
O Bira ergue o braço e responde:
- Meu irmão !!!
A professora pergunta:
- Seu irmão é obeso ???
E ele respondeu ...
- Não... EU SOU O OBESO e o meu irmão é quem tem um caso na família.

Adeusss !!!

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

O Bira convencendo o André a voltar a estudar em 2006

Numa tarde de Sábado no Maneko... uma conversa entre duas peças raras, Bira (um grande amigo, praticamente um irmão) e o André, não poderia deixar de ser registrada.
Neste Sábado, aproveitei para que o Bira conversasse com o André, para tentar convencê-lo a retornar aos estudos. Não foi fácil!
Com uma série de argumentos ele ia desconversando, até que...:
- André você tem que voltar a estudar, meu amigo, dizia o Bira.
- Não eu já estudei treze anos e já me formei em 4 escolas, respondeu o André, todo cheio de razão.
- Eu já estudei 4 anos na escola Vovó Esther, depois 4 anos na APAE, 2 anos no Colégio OPET, 2 anos no Colégio Integral e 1 na Escola Nova Esperança.
- Viu, eu já me formei em 4 escolas!
- Mas André, é preciso estudar para que você possa namorar e...
- Eeeeeeeee Bira eu já tenho noivaaaaaaaaaaa!
Mesmo perdendo nos argumentos, o Bira continuou tentando...
- Mas André, veja bem... Você quer casar-se, não quer?
- Claro que quero! Eu já tenho até uma noiva e você é o meu padrinho, não se lembra?
- Lembro-me, respondeu o assustado Bira, aliás, eu vou dar a geladeira para você encher de cerveja pra mim. (rssss)
- Mas André... Você precisará sustentar a sua família.
- Eu sei, mas... Eu vou jogar futebol em Minas!
Quase jogando a toalha ao chão, o Bira gastou seu último argumento.
- André, veja bem... Você acha que a sua mãe iria casar com o teu pai, se ele não tivesse estudado para trabalhar no Banco, ganhando dinheiro para sustentar você, o Arthur e a Aline?
- Teu pai teve que estudar para ganhar dinheiro para sustentar vocês!
A resposta do André foi para acabar com tudo:
- Bira! Agora eu tenho culpa que meu Pai e minha Mãe nasceram numa família pobre e EU NASCI NUMA FAMÍLIA RICA?

Resultado: Bira 0 x André 10!
Mas o André decidiu retornar aos estudos!
(Acho que foi para não ficar igual ao Bira, sem argumentos...)

Adeusss !!!

O André e o primo advogado...

Durante o período de férias, em 2006, estávamos todos na praia de Guaratuba-PR e tínhamos a companhia dos primos "I.L" (advogado), e família.
Como fazíamos todas as noites, pegamos os carros e fomos passear no centro da cidade, onde os meninos procuravam a “LAN HOUSES”, e nós tomávamos lanches, sorvetes, etc.
Numa destas noites o André foi de carona no carro do primo, e desta vez, levou a sua carteira com dinheiro. No trajeto de ida ele resolveu mostrar a grana que tinha na carteira. O diálogo foi mais ou menos assim:
- "I.L" – olhe quanto dinheiro eu tenho na minha carteira!
- Nossa! André! Quanto dinheiro! O que você vai fazer com tanto dinheiro?
- perguntou o primo.
- Não sei ainda, respondeu o André.
- Eu tenho uma idéia André! Você me empresta este dinheiro, agora e eu te devolvo no final do ano com juros de Poupança. O que você acha?
Mais uma vez a resposta veio direta e objetiva.
Com os braços ele fez aquele gesto tradicional - "Dando uma Banana" e disse:
- Eu hein! Aqui que eu vou dar dinheiro para advogado! (rssss)

Adeusss !!!

Mais uma do surpreendente André...

Em 2006 estávamos caminhando pela Metrópole de Marialva-PR, André, Priscila e Eu.
De repente, estávamos passando ao lado do Cemitério e vimos uma “caixa d’água” que estava no lado de dentro do cemitério.
Como estávamos passando por uma época de racionamento de água, a Pri resolveu fazer uma pergunta a ele. E o fez:
- André – se faltar água no cemitério. Com ficarão os mortos?
A resposta veio tão rápida quanto surpreendente.
- Êeee mãeeeeeee”, os mortos sobrevivem sem água...

Adeusss !!!

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

O Mílésimo gol do ANDRÉ (Antes do Romário)


No Livro “O Milésimo Gol do André” e "André 20 anos", narramos a história deste grande evento. A idéia surgiu de uma brincadeira, quando um dos amigos disse que gostaria de trazer a TV Paraná Educativa (TVE) para fazer uma reportagem com o André. A idéia inicial era para demonstrar como o esporte estava ajudando a melhorar o relacionamento pessoal com os amigos. Na seqüência, veio a idéia do Milésimo gol, pois o Romário (atleta do Vasco da Gama) estava batalhando para conseguir este feito.
No dia 14/04/2007, os repórteres da TVE vieram até a nossa casa e fizeram a primeira parte da entrevista, com o craque preparando-se para o jogo. Depois, seguimos para a AABB/Curitiba, para o Show do André.
A Entrada em campo já foi como fogos de artifícios e direito a entrevista antes do jogo.
Logo no início do jogo o André desperdiçou, duas grandes chances de gol, deixando os torcedores e companheiros de futebol mais ansiosos.
E foi da mesma forma que Pelé e mais tarde Romário que o André fez o tão esperado Gol 1000, de Pênalti.
Este evento foi muito comemorado e o André recebeu uma camisa comemorativa ao Gol 1000 e um placa homenageando.
A reportagem, com aproximadamente 6 minutos, foi ao ar no programa “Gol de Ouro” da TVE, na terça-feira ao meio dia, de 17/04/2007.
Depois de tanta festa, tanto ser paparicado, o André sentou-se ao meu lado, no vestiário e disse:
- Pai ! Agora só falta o DVD - "ANDRÉ ETERNO" !!!
Adeusss !!!

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Orgulho, Satisfação e Alegria...

É uma mistura de orgulho, satisfação e alegria que me toma este momento.
ORGULHO – Este sentimento mostra-se pelo simples fato de ter participado de um Grande Projeto, um projeto que agregou muitas equipes e muitas pessoas em torno de um objetivo.
Lembro-me que tudo começou no Feriado da Semana da Pátria, no ano passado. Muitos estavam viajando e participaram de uma conversa com os diretores, gerentes e coordenadores numa conferência telefônica. (Havia, até, som de helicóptero no telefone...)
Iniciamos o Projeto naquele dia e no dia seguinte, 08/09/2006 (Feriado em Curitiba) já participávamos de uma reunião com várias pessoas na Kennedy.
SATISFAÇÃO – Saber que um trabalho muito desafiador foi realizado, mesmo sob adversidades e dificuldades (fomos discutindo a lei, fazendo análises e desenvolvendo-o ao mesmo tempo em que discutíamos o escopo). Aos poucos íamos "aparando as arestas" até que todos pudessem enxergar o mesmo ponto, até que todos pudessem estar “na mesma página”.
ALEGRIA – Pelo reconhecimento que este trabalho recebeu. Este Projeto foi escolhido como o “Melhor Projeto de Equipe em IT – 2006/2007”.
Foi realmente gratificante ver o reconhecimento a um trabalho que foi muito desgastante, com muitos esforços, com sábados, domingos e feriados considerados como dias úteis, para que pudéssemos alcançar o objetivo do Projeto.
Hoje, no DO IT, realizado no Shopping Estação, quando foi anunciado o PROJETO CONTA SALÁRIO como vencedor da sua categoria, eu gostaria de estar com uma plaqueta, similar àquelas em estádios, em jogos de Futebol ou Vôlei - Ah Eu já Sabia!!!
Na próxima quinta-feira, teremos uma comemoração, muito justa, com um jantar, oferecido pela área de negócios, como forma de reconhecimento ao trabalho muito bem feito.
A todos que participaram deste Projeto Vencedor, meus Parabéns!
Aos nossos familiares que por alguns momentos estiveram privados das nossas companhias em casa, nos finais de semanas, o nosso “Agradecimento”.
Orgulho, Satisfação e Alegria de ter participado deste projeto e honrado em ter trabalhado com uma equipe forte, consciente, batalhadora, enfim, numa equipe muito boa !

Adeusss !!!

Você já se imaginou no banheiro quando...

Esta história foi contada pelo próprio autor, que passaremos a chamar de "X".


O "X"estava indignado (indignado é pouco), ele estava revoltadíssimo com alguns acontecimentos na empresa, como:
  1. a falta de respeito com os mais velhos,
  2. a falta de educação de uns que passam, não cumprimentam,
  3. não agradecem quando alguém segura a porta para que eles passem,
  4. o “stress” com um tal grandão.
Sentou-se e começou a descarregar, sem mais nem menos paraquem quisesse ouvir:
- Vocês não vão acreditar. Parece que tem uma voz me dizendo pra eu sair daqui.
- O que houve "X" ? - perguntamos, pois ele estava falando muito alto e precisava de atenção.
- Olha gente, isto é coisa de Deus, só pode ser. Uma voz parece que está me dizendo e eu ainda não entendi. É coisa de outro mundo.
Preocupados com tanta revolta e entusiasmo do "X", passamos a escutá-lo, preocupados com o que teria acontecido.

A história que narrou foi simplesmente fantástica, real. E disse...
- Eu estava tranqüilo no banheiro, sentado, c.a.g.a.n.d.o, quando de repente entram as tias da limpeza. Nem perguntaram se havia alguém no banheiro. Elas poderiam ter visto que a “portinha da casinha” estava fechada, e imaginar que tinha gente dentro. Que nada. Nem bateram na porta.
- Elas jogaram um balde de água por baixo da porta, e se eu não sou ligeiro, molharia a minha calça, que estava arriada.
- A sorte que eu consegui erguer as pernas, senão “tchiixxxc” ... eu teria que sair do banheiro
com a calça molhada.
- Vocês já imaginaram como seria, eu saindo do banheiro com a calça toda molhada ?
- E daí "X" ? Como você fez ? (Risos, muitos risos)
- Vocês não imaginam o sufoco, para poder limpar-me, sem poder por os pés no chão, com as calças nos pés ... o chão todo encharcado. “tchiixxxc”
- Eu to falando. Parece que tem uma voz dizendo pra mim – "X" você tem que sair daqui. Até a tia da limpeza não me respeita mais !!!
Com certeza esta história rendeu muitas risadas, exceto do nosso protagonista, que até hoje guarda este fato como uma das más lembranças.
.
Posteriormente, uma amiga confessou que passou a noite rindo, sozinha em casa e outro colega disse-me que teve que estacionar o carro, de tanto rir. Quando andava, sozinho, na calçada, ria tanto, que os que passavam por ele deviam achá-lo louco (na verdade ... eles não estavam tão enganadados...)


Adeusss !!!

BUG do Milênio (2)

Na noite de passagem de ano, 1999 para 2000, trabalhamos no banco, visando garantir que todos os nossos sistemas bancários funcionassem, na tão esperada e anunciada virada do milênio.
Enquanto aguardávamos as certificações, os primeiros testes, extratos, saldos de 2000, ficávamos lendo, conversando, pois nada tínhamos para fazer, a não ser esperar.
Perto da meia-noite, um dos diretores da empresa, passou de sala em sala, para desejar a cada funcionário o "Feliz Ano Novo".
Ele chegou de surpresa em nossa equipe e estávamos, num grupo, "estudando um manual".
Era a "Revista Playboy".
Ele chegou em silêncio, juntou-se a nós, sem que percebêssemos ficou ali, por alguns minutos.
Quando o notamos, começamos a sair, cada um para um lado.
Lembro-me, até hoje, o que ele disse:

- Que BUG hein !!!

Agradeceu a presença de todos e desejou-nos um "Feliz Ano Novo"!!!

Adeusss !!!

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

BUG do Milênio (1)

No final dos anos 90, preparávamos o sistema de C/C do banco para a conversão do século, ou seja, para o BUG do Milênio.
Como outras vezes, passamos a noite e madrugada trabalhando, certificando-nos do que havia sido planejado, seria rigorosamente realizado.
A noite havia sido muito longa e cansativa e fez com que o Geraldinho dormisse sob a mesa. Lá pelas 6 horas da manhã e acordou e viu seus colegas com aquelas caras de sono, cansados e desanimados.
Ele, já revigorado, após 2 horas de sono, teve a brilhante idéia de chamar o povo para uma série de exercícios laborais. E disse:
- Pessoal – Vamos fazer alguns exercícios, uns alongamentos para que possamos nos manter acordados, disse o professor.
- O K – dissemos, sem que houvesse consenso !
E a “aula começou”. Alonga prá cá, estica prá lá, estralos e muitos bocejos ... e o Mestre disse:
- Agora, todos ponham a mão na cintura.
De repente, um susto. Ouvimos um estralo. Foi um “baita” tapa, seguido da frase da Gaúcha:
- Na tua cintura Tadeu !
Depois deste tapa, merecido tapa, a nossa aula acabou em risos, e o Tadeu acabou ficando “torto”, com problemas de coluna.
Não podemos negar que o objetivo do Geraldo foi alcançado, pois ninguém mais teve sono, aliás o Tadeu perdeu alguns dias e noites de sono.
Alguns dias depois, o menino Tadeu foi submetido a cirurgia de Hérnia de Disco, para correção deste problema.

Tomou Papudo ???

Adeusss !!!

sábado, 15 de setembro de 2007

1/2 CPU do Renato

O Renato é um dos colegas de trabalho com quem tenho grande amizade e que admiro profissionalmente.
Muitas vezes tivemos oportunidade de “aprontarmos” algumas brincadeiras com os nossos colegas.
Em meados dos anos 90, ele surpreende-nos, causando-nos, inicialmente, uma grande preocupação. De uma hora para outra, ele apresentou uma paralisia facial.
Durante algumas semanas, era até difícil “encará-lo”, pois a sua face estava dividida. Um dos lados do seu rosto não apresentava movimento algum.
Lembro-me que após o susto, as brincadeiras e piadinhas começaram.
Um dos apelidos que ele recebeu foi este “½ (meia) CPU”.
Aos poucos fomos perdendo o medo, o respeito, e a vergonha e fomos criando e as brincadeiras, como:
- Renato, quando você vai ao banheiro fazer xixi, uma perna quer fica em pé a outra quer sentar-se? (Curiosidade médica, clínica, é claro!!!)
- Quando você vai dormir, um olho fica aberto?
- Você penteia apenas o lado direito dos cabelos?
- Os dentes da esquerda você lembra de escová-los?

Alguns dias de Choque-terapia, isto é fisioterapia por choque, foram suficientes para a recuperação dele, que com muito humor foi vencendo as brincadeiras e vencendo, principalmente, a barreira da paralisia, voltando à normalidade.
Em tempo: Ainda há controvérsia sobre esta tal normalidade !

Adeusss !!!

O peixinho que colocamos no garrafão d’água...

Mais uma que aprontamos na empresa...

Ganhei a fama desta história, embora tenha dito muitas vezes que não fui o autor, e muito menos o mentor intelectual. Fui, apenas, um mero coadjuvante...
Quando foram colocados nos corredores da empresa que trabalhávamos os garrafões de água, não imaginávamos que chegaríamos ao ponto de fazer esta arte.
Lembro-me que a menina Suzana levantou-se e foi até bebedouro e pegou um copo d’água. Logo em seguida fiz o mesmo.
A partir deste momento, aquele alvoroço no corredor (tudo já combinado entre os colegas) com muitas gargalhadas. E ouvi:
- Juka ! Você bebeu desta água ?
- Eu ainda não, respondi.
- Será que alguém tomou ?
- A Suzana tomou, afirmei.
- Ihhh !!! E muitas risadas ...
- O que houve ? - perguntei como se nada soubesse.

Foi então que me mostraram, dentro do garrafão d’água, um peixinho.

Neste momento a Suzana ouviu o “zum-zum-zum” e voltou ao corredor, com o copo já pela metade. Pronto ! O circo estava armado.
Piadas não faltaram! O AJ, um dos autores desta arte, afirmava que havia dois peixes no garrafão, e que agora só um.
A Suzana, nestas alturas, achava que havia engolido um dos peixinho, e começou a sentir-se mal.

Muito tempo depois, muitas risadas de pois... a brincadeira foi desmentida, e para alívio da Suzana a confirmação de que havia apenas um peixinho, e ninguém mais pegou água, depois do peixinho ter sido colocado no tal garrafão.

Adeusss !!!

Bloqueio do Celular do André...

Histórias e histórias do André.
O André é meu filho, a quem chamamos de "Gigante". Ele é portador da Síndrome de Down" e a cada dia consegue surpreender-nos com suas histórias.
A primeira de muitas ocorreu quando ele tinha 15 anos de idade e ganhou um celular...

No aniversário de 15 anos, o André ganhou de presente um Celular. Infelizmente, não foi um com conta pré-paga. Nós, seus pais, fizemos “trocentas” recomendações para o uso moderado. Apesar destas recomendações, sabíamos que só o tempo dar-nos-ia a resposta, a esta incógnita. A resposta veio em forma de conta, ou seja, chegou logo na primeira conta a ser paga. Um desastre. Mas quem pagou a conta e o pato, fui eu. Durante um almoço a mãe dele voltou a ameaçar tirar o celular do André, caso ele continuasse abusando e gastando muito. O diálogo:
- André, se você não obedecer vou mandar bloquear o seu celular!
A resposta dele foi rápida e desmontou os argumentos da mãe.
- “Êeee mãeeeeeee”, bloqueio é do vôlei e não de celular...

Adeusss !!!

Um Gol para unir 2 torcidas rivais...

A história relatada abaixo, mostra características muito fortes do ANDRÉ. Primeira, a de ser uma pessoa que adora o esporte. A segunda, a persistência e a terceira, e mais importante, é o ótimo relacionamento pessoal, o fato de ser um “AGREGADOR” de pessoas.
Em 2002, estávamos num jogo de Futsal na AABB/Curitiba, um jogo considerado de alto risco, pela rivalidade entre as duas torcidas.
No primeiro tempo houve uma briga envolvendo as duas torcidas e o jogo foi paralisado. O representante da Federação Paranaense de Futsal pediu-me para que ninguém entrasse na quadra durante o intervalo da partida.
Alheio a todo o esquema de segurança armado o André conseguiu entrar e pegar uma bola na mesa da arbitragem. Ele começou, com muita dificuldade de domínio da bola, atravessar a quadra, correndo de um lado para o outro.
Neste momento a torcida da AABB começou a gritar o nome dele, incentivando-o. E ele foi. Atravessou a quadra e chutou. Pra fora! A torcida com aquele tradicional “Uhhhhhh”!
Ele pegou novamente a bola e voltou a atravessar a quadra no sentido contrário. Pra nossa surpresa, agora a torcida do Coritiba começou a incentivá-lo. E ele tentou, de novo, porém a bola, teimosamente, não foi em direção ao Gol. E, de novo, o tradicional “Uhhhhhh"!
Ele não desistiu e pegou a bola e atravessou a quadra, pela terceira vez, porém agora as duas torcidas torciam juntas pelo gol. Ele saiu da quadra do lado da torcida do Coritiba e veio conduzindo a bola até o lado da torcida da AABB, e chutou... GOOOOL!!! As duas torcidas comemoraram juntas o GOL DO ANDRÉ. Após o gol ele foi perto da rede, próximo às duas torcidas comemorar e receber os aplausos. Quanto vale este gol? Não tem preço!!!

Adeusss !!!

(Extraído do Livro “O Milésimo Gol do André”)

O Varal de Roupas ...

Era bastante comum haver exposições de lojas, logo na entrada da portaria, do prédio da empresa que trabalhávamos.
Em Curitiba, o clima sempre apresentou surpresas, e como éramos todos prevenidos, saíamos de casa pela manhã, bem agasalhados e voltávamos com blusas, cachecóis, luvas, etc, etc, todos pendurados nos braços, no final da tarde.
Num dia destes, vimos muitos casacos e blusas pendurados em cabides na sala, sobre as mesas e cadeiras. A idéia de pendurá-los juntos pareceu-nos irresistível. E realmente foi. Pegamos alguns cabides com as blusas e casacos e um a um colocamos no “tal varal”, dentro de nossa sala. Para ficar mais parecido com as lojinhas, colocamos preços nas peças. Os preços eram irrisórios, só para constar. A blusa do Carlos, por exemplo, R$ 5,00, a do Tadeu, R$ 3,50, a minha, com muita lã por metro quadrado, era R$ 10,00. O “sobretudo” do Lutz, que precisou de 2 cabides, era o mais caro, custando R$ 50,00. E assim foi o dia, com algumas brincadeiras que ajudaram no ambiente da equipe.
No meio da tarde, chega o Carlão em minha mesa dizendo:
- Kara vai lá na “sua boutique” ver o que você aprontou.
- Não entendi, respondi a ele.
- Kara vá lá e resolva o que você aprontou, insistiu o brother.
- Caiu o varal ? Perguntei-lhe.
- Não! "Caiu a casa" - Vá lá, logo e veja o que você aprontou! Vá agora, "eu to mandando".
Diante de um convite tão generoso, não havia como deixar de ir. Eu sempre respeitei os mais velhos!
Quando cheguei ao nosso “ponto de vendas”, a cena era ao mesmo tempo triste e hilário. Triste porque tínhamos clientes escolhendo as roupas. As “tias” da limpeza predial e auxiliares, estavam impressionados com as roupas, por um preço tão acessível. Hilário porque alguns colegas em volta destas “clientes”, jogavam mais lenha na fogueira, incentivando-as a comprar.
Clientes em primeiro lugar. Foi difícil dizer a elas que não se tratava de uma loja, não estávamos vendendo aquelas roupas.
É ... até hoje não sei se era verdade que eles queriam comprá-las para seus filhos, irmãos, maridos ou se foi mais uma armação do brother, para mim.

Adeusss!!!

A Bicicleta japonesa do Tadeu

Nos anos 90, no nosso ambiente de serviço, tínhamos a famosa “Baia do Meio” local onde eram realizados vários negócios.
Uma das negociações históricas desta baia, ocorreu entre dois dos 5 componentes desta equipe de analistas de sistemas. O nosso ‘banqueiro” Japonês Sakai, propôs um grande negócio ao “banqueiro” Polaco Tadeu.
Depois de várias semanas de negociações, dólar pra lá, saco de cimento pra cá, cheque sem fundo pré-datado, e 5 “test-driver”, os dois fecharam o negócio.
Os dois ficaram felizes com o negócio. O Sakai vendeu a sua bicicleta virgem. O Tadeu adquiriu a poderosa bicicleta, com direito a “airbag”.
Num belo final de semana, o nosso herói Tadeu saiu para o passeio com a sua nova e bela “bicycle’.
O Tadeu ao desfilar com a magrela pelo bairro, avistou a bela, não muito magrela, e gostosa “Filomena”. Não teve dúvida. Deu aquela famosa olhadinha, pra trás.
O Sakai não havia dito ao Tadeu do inédito freio a disco, que travava automaticamente as rodas da bicicleta, quando o proprietário, por qualquer motivo, perdesse o controle.
Ao travar as rodas da bicicleta, o Tadeu foi lançado uns 5 metros, caindo direto na valeta, quebrando um braço e umas 150 costelas.
O pior e o que machucou mais, foi ouvir da menina:
- Machucou Tio ???

Adeusss !!!

A queda da nossa líder Loira...

Todo povo tem o líder que merece!!! - Assim diz um ditado popular.
Em um dos ensaios do Grupo Musical Phileo, em 2003, a nossa líder foi responsável por uma das seqüências mais hilárias da duração deste grupo.
Toda queimada de sol, alguns quilos a menos (era o amor) ela desceu do púlpito da igreja, toda empolgada em direção à caixa de transparências, quando de repente ... um grito ...
Aííííííííííííííí ... em fração de segundos lá estava a nossa loirinha, no chão ! Muitos e muitos risos depois ... ela levantou-se, vermelha, toda envergonhada! Seria melhor se ela tivesse ficado calada, mas quis aumentar os nossos risos, e disse:
- Ai !!! Ainda bem que eu tenho bunda !!!
- Mas acho que quebrei o baço !
- Quebrou o que ? Perguntou a nossa Baianinha Roberta.
- O baço, tornou a repetir, esfregando uma das mãos sobre o local dolorido. (É no mínimo ele esqueceu do trem de pouso).
- O baço ou o Cóccix ? - perguntou a Baianinha!
- É isto aí ... respondeu a nossa envergonhada, e vermelha Líder.
SABIA TUDO DE GEOGRAFIA ESTA NOSSA LÍDER !!!

Adeusss !!!

O "Gola Alta" ...

Este foi mais um mico que tivemos no Grupo Musical Phileo. O Autor: O Saxofonista Adriano.
O Apelido “Gola Alta” surgiu na primeira viagem do Grupo Phileo, feita à Guaratuba, em 19/10/2002. O jovem Saxofonista estava vestindo, pela primeira vez, a camiseta do Phileo. Ele, como quem querendo arranjar uma desculpa para não usá-la, foi um dos primeiros a experimentá-la. De repente, a reclamação:
- EEE !!! Que é isto ? Gola Alta ?
- Gola Alta eu não ... Gola alta eu não posso usar. Vai atrapalhar para tocar as músicas...
- Ihhh !!! Nada, nada ... esquece. Tentou desconversar rapidamente...
Simplesmente o figura havia tentado vesti-la, passando a cabeça pela manga da camiseta.
Foi o suficiente para muita festa, muito riso e mais um apelido.
Ligamos até para o Cassinho, em Porto Alegre-RS, para compartilhar tal episódio.
Valeu Gola Alta !

Adeusss !!!